terça-feira, 5 de novembro de 2019

Dilma é acordada pela polícia para depor na Lava Jato

Intimação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal



Assim como os senadores Eduardo Braga e Renan Calheiros, do MDB, a ex-presidente Dilma Rousseff também foi intimada a prestar esclarecimentos sobre supostos repasses de propina da JBS. Ela foi acordada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (5), em sua casa em Porto Alegre.

Sem dar mais explicações, o delegado apresentou o documento, que foi assinado por Dilma. A intenção dos investigadores foi a de ouvir a ex-presidente, senadores e ex-senadores hoje.

As investigações tiveram origem na delação de executivos da J&F, controladora da JBS. Os pedidos foram feitos pela Procuradoria-Geral da República, com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. 

A operação corre em sigilo por determinação do Supremo.

PF quis prender Dilma, mas Edson Fachin negou pedido


O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido da Polícia Federal para prender a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Além de Dilma, Fachin também negou prisão temporária ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (PT), aos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO) e ao ministro Vital do Rêgo Filho, do Tribunal de Contas da União (TCU).

Eles são suspeitos de integrar um esquema de “compra e venda” de apoio político do MDB ao PT nas eleições presidenciais de 2014.

– Nesse sentido, possível se fazer referência à manifestação da Procuradoria-Geral da República, pontuando que não há evidências de que, em liberdade, os investigados possam atrapalhar a execução da medida de busca e apreensão. Com essas considerações, indefiro as prisões temporárias requeridas – argumentou Fachin em sua decisão.

Pleno.News


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