sábado, 21 de março de 2020

Governo do Maranhão suspende comércios e serviços não essenciais por 15 dias


O governador ressaltou que os aeroportos são de competência federal, por isso medidas não podem ser tomadas neste momento pelo Governo do Estado. A Justiça Federal negou o pedido pelo Maranhão para interromper voos nos aeroportos no Estado.

Flávio disse que aguarda a atuação do governo federal não somente em relação aos aeroportos, mas também a outros serviços e equipamentos pertinentes à União, como bancos e lotéricas.

“Se o governo federal não adotar nenhuma medida ao longo desta semana, vamos reavaliar”, acrescentou.

Na sexta-feira (20), após autorização da Justiça Federal, o Governo do Estado começou a fazer exames nos aeroportos do Estado, com o objetivo de identificar casos suspeitos

Visitas

O decreto deste sábado também suspende por 15 dias as visitas a pacientes com suspeita de infecção ou infectados pelo coronavírus internados na rede pública ou privada de saúde.

Navios

Também está suspensa a atracação de navio de cruzeiro vindo de estados ou países onde a doença já foi confirmada ou com emergência decretada.

Órgãos públicos

A suspensão por 15 dias também vale para órgãos do Governo do Estado, com exceções de secretarias como a de Saúde, a de Segurança, a de Comunicação e outras.

Na medida do possível, será feito o trabalho a distância.

Caso confirmado

Na sexta-feira (20) à noite, a Secretaria de Estado da Saúde confirmou o primeiro caso de coronavírus no Maranhão.

Trata-se de um homem, idoso, que não apresenta sintomas graves e que retornou de viagem a São Paulo. Todas as providências de responsabilidade da vigilância sanitária estão sendo adotadas.

Leitos

O governador Flávio Dino explicou que, em todo o Maranhão, há mais de cem leitos de UTI reservados exclusivamente para casos de coronavírus, numa medida preventiva.

“Faço questão de lembrar que a imensa maioria dos casos não demanda internação hospitalar, de acordo com a estatística internacional. Oitenta por cento dos casos são tratados em casas porque as pessoas não desenvolvem sintomas graves”, afirmou.


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