terça-feira, 16 de agosto de 2022

Dilma, Sarney, Lula e Temer sentam-se lado a lado na posse de Moraes

 

O encontro entre a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e seu sucessor pós-impeachment, Michel Temer, finalmente ocorreu. Foi nesta terça-feira (16/8), na posse do ministro Alexandre de Moraes na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Estrategicamente posicionados pelo cerimonial, Lula e José Sarney os separaram. Todos em um espaço reservado para ex-presidentes durante a cerimônia.

Dilma não falou diretamente com Temer. A ex-presidente manteve diálogos com a ministra Rosa Weber, futura presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e com a também ministra do Supremo Cármen Lúcia. A petista conversou com ministros, mas ficou concentrada na cerimônia, sem olhar para seu rival político, a quem acusa de “golpista”.

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Lula, por sua vez, conversou com Temer, em um momento de bandeira branca na relação entre ambos, e com Sarney. Os três trocaram vários minutos de conversas ao pé do ouvido.

A fileira de ex-presidentes ficou virada para a mesa onde estava o presidente Jair Bolsonaro. O mandatário ficou frente a frente com Dilma e na diagonal para Lula.

Esta também é a primeira vez que Lula e Bolsonaro, principais adversários nas eleições presidenciais deste ano, se encontram presencialmente.

A posse do ministro e agora presidente do TSE, Alexandre de Moraes, contou com a presença de ex-presidentes, governadores, prefeitos e representantes do poder Legislativo e Executivo.

Na ocasião, logo após assinar o termo de posse, Alexandre de Moraes apertou a mão de Bolsonaro. Bolsonaro e Moraes também sentaram lado a lado na mesa de cerimônia e cochicharam por várias vezes. Cochichos ao pé do ouvido seguidos de risadas.

No primeiro encontro durante a campanha ao Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficaram frente a frente nesta terça-feira (16), horas depois de trocarem críticas em palanques.

Moraes será responsável pelo TSE ao longo dos próximos dois anos. O ministro Ricardo Lewandowski assume a vice-presidência.

- Metrópoles


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