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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Vacina duas vezes aplicada em Sarney não o imuniza

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Decididamente, esse não foi o presente que o ex-presidente José Sarney esperava ganhar depois de ter completado, no final de abril último, 91 anos de idade.

Agentes de saúde do governo do Distrito Federal foram à sua casa, no Lago Sul de Brasília, imunizá-lo contra a Covid-19, ele e sua mulher, a ex-primeira dama Marly Sarney, de 88 anos.


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terça-feira, 2 de julho de 2019

Neto de Sarney revela que Flávio Dino fez acordo com o avô

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O deputado Adriano Sarney disse, em discurso na tribuna da Assembleia nesta terça-feira (2), que houve um acordo político entre seu avô, José Sarney e o governador Flávio Dino, quando os dois se encontraram semana passada na casa do oligarca em Brasília.

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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Sarney luta na justiça para manter aposentadoria ‘tripla’ de R$ 73 mil

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Enquanto o país afunda nas mãos dos caciques da política (PT, PSDB, PMDB, etc…), o ex-presidente José Ribamar Ferreira de Araújo Costa (também conhecido como José Sarney), luta na Justiça para manter sua tripla aposentadoria.

É isso mesmo que você leu … TRIPLA APOSENTADORIA!

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Sarney viciou-se em golpes e traição

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Do Marrapá




Aos 88 anos, José Sarney parece pouco afeito à democracia, tal qual um viciado em golpes, saudoso da época em que encerava os coturnos dos militares em troca de um punhado de poder no Maranhão.

Diante do ocaso da carreira política, com o legado no lamaçal da Lava Jato e uma dívida de meio século com o povo maranhense, o alcaguete orquestra sua artimanha redentora: derrubar o governo Dino tão logo passe as eleições, já que as projeções apontam para uma reeleição tranquila do governador comunista.

Sarney fez assim com Epitácio Cafeteira, quando recorreu ao manjado Caso Reis Pacheco para presentear a filha Roseana com o Palácio dos Leões; fez o mesmo com Jackson Lago, quando feriu o pedetista de morte e arrancou-lhe à força do governo contra a vontade do povo, apenas para devolver o poder à herdeira.

Fez assim quando apunhalou covardemente Dilma Rousseff e o PT, arquitetando a ascensão do pupilo Michel Temer com o objetivo de recuperar os favores e as “boquinhas” cortadas pela presidente petista na esfera nacional. E o país paga até hoje pela ambição do menos ilustre dos maranhenses.

O alvo da vez é Flávio Dino. E não é de hoje que o autoproclamado “Dono do Mar” se esgueira nas sombras ansioso para golpear o comunista nos tribunais superiores, sonhando em deixar as chaves dos cofres do estado de herança para a filha mimada.

Sarney exala ódio pelos fiapos ralos do bigode. Não consegue esconder, por um minuto sequer, a intenção de passar por cima da vontade do eleitor, custe o que custar, apenas para satisfazer os caprichos e vaidades de familiares.

O vigor da democracia, porém, somado ao desejo do maranhense de nunca mais se prostrar diante da chibata do coronelismo, tem dado canseira no velho “estadista” forjado nos salões da ditadura.

“Você marcha José! José, para onde?”




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quarta-feira, 18 de abril de 2018

PGR defende que José Sarney e senadores do MDB virem réus no STF por corrupção e lavagem de dinheiro

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou, nesta segunda-feira (16), réplica às alegações da defesa de quatro senadores, dois ex-senadores e três executivos de empreiteiras envolvidos em crimes de corrupção passiva e ativa, e lavagem de dinheiro, entre 2008 e 2012, com a Transpetro, braço de logística e transporte da Petrobras. A denúncia foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto de 2017, e ainda aguarda análise da Suprema Corte.

O texto da PGR rebate as alegações dos senadores do PMDB Renan Calheiros, Garibaldi Alves Filho, Romero Jucá e Valdir Raupp; do ex-presidente da República José Sarney; dos administradores da NM Engenharia e da NM Serviços Luiz Maramaldo e Nelson Cortonesi Maramaldo; e do executivo da Odebrecht Ambiental Fernando Reis. O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, pivô do esquema investigado, não fez contestações à denúncia da PGR, justificando que o fará durante o interrogatório judicial, além de reafirmar “integralmente as declarações prestadas até o momento e o seu compromisso de cooperar com as investigações em curso”.


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sábado, 7 de abril de 2018

Deu na Veja: Bita do Barão, o pai de santo dos Sarney

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Bita do Barão ficou rico fazendo “trabalhos” para a poderosa família do Maranhão e seus correligionários


Reluz e é ouro - Dono de cinco fazendas, hotel e posto de gasolina (Flávia Valsani/Veja)
Veja – Encontrar o equilíbrio espiritual, trazer um amor perdido de volta, ter sucesso nos negócios e atrapalhar a vida de um inimigo são alguns dos pedidos mais comuns feitos aos pais de santo. Para Bita do Barão, um dos mais celebrados feiticeiros do Maranhão, a cartela de serviços oferecidos vai além de questões tão terrenas, tão prosaicas. Ele ficou famoso por atrair políticos em busca de uma única e singela encomenda: vencer as eleições. Seus principais clientes são José Sarney e sua filha, Roseana, pilares do clã do MDB que por décadas manda e desmanda no estado. Os dois recorrem ao babalorixá há pelo menos quarenta anos, seja em véspera de pleitos, seja por questões de saúde. Roseana se consultou com Bita para enfrentar um câncer no pulmão, outro na face e um aneurisma cerebral.

Natural de Codó, cidade de 120 000 habitantes a 305 quilômetros de São Luís, Bita é adepto do terecô, liturgia que reúne danças com vigorosas batidas do tambor. O terecô nasceu nas florestas de cocais no Maranhão. Mistura técnicas de umbanda, magia negra e rituais indígenas. “Já fiquei incorporado por sete dias seguidos, sempre dançando”, diz ele. A cidade é conhecida por ser a “esquina espiritual do Brasil”, com mais de 200 terreiros. Tal qual um coronel, ele recebe a visita de vereadores, prefeitos e juízes em seu centro, que ocupa todo um quarteirão. O religioso usa vestimentas feitas de renda francesa, coleciona porcelanas chinesas e paga do próprio bolso viagens de familiares para destinos como Dubai, Israel e Itália. Incorpora divindades para públicos que vão de mais de 1 000 pessoas a, eventualmente, um único cidadão, sempre paramentado com colares, pulseiras e anéis de ouro genuíno. Como nada cai do céu de graça, todo esse luxo se deve ao retorno financeiro trazido por seus “trabalhos”. “Sou conhecido por curar tudo quanto é tipo de doença, inclusive já levantei defunto de dentro do caixão”, jura. A consulta custa 1 000 reais (em espécie; as entidades não aceitam cartão). Quando avalia que o caso requer um serviço extra, os valores podem saltar para 5 000 reais — além dos gastos com os animais usados nos sacrifícios. Bita é dono de cinco fazendas, um hotel e um posto de gasolina, entre outros negócios. Ele diz que é especializado em trabalhar o lado “direito”, do bem, a favor de objetivos positivos e sem o uso de bichos. “Não gosto de trabalhar com o Satanás, para prejudicar, mas as pessoas me pedem por achar que sou bruxo”, afirma.


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terça-feira, 20 de março de 2018

A bronca de Temer com Zequinha e Roseana Sarney

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Problemas começam no Maranhão, com Roseana, e terminam na Esplanada, onde está Zeca

Incômodos (Evaristo Sá/AFP)
O presidente Michel Temer anda maldizendo Zequinha Sarney. Ele se queixa de que o ministro (pré-candidato ao Senado) não move uma palha para que o chefe consiga capitalizar as ações da pasta de Meio Ambiente.

E não é o único da família cujo comportamento incomoda o presidente.

Temer já foi avisado de que Roseana Sarney, candidata ao governo do Maranhão, não está disposta a trabalhar pela reeleição dele neste ano. Roseana, inclusive, em sua caravana por municípios do interior maranhense, andou defendendo o ex-presidente Lula.

A família Sarney teme associar a imagem deles no estado com a do desgastado Temer, apesar de Sarney ser o principal conselheiro do Presidente e ainda ter um filho como ministro. 

De Veja / com edição de John Cutrim (Jornal Pequeno)


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sábado, 6 de janeiro de 2018

“Há 62 anos no poder, Sarney descobriu agora que há pobreza no Maranhão”, dispara Flávio Dino

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Flávio Dino em entrevista à nossa Web TV
Flávio Dino mais uma vez rebateu as críticas do ex-senador José Sarney ao seu governo. Para Dino, só agora o pai de Roseana Sarney, que foi quatro vezes governadora, descobriu que há pobreza no Maranhão. “Foi deputado, governador, presidente da República, presidente do Senado por 3 vezes. E agora ele [Sarney] cobra que eu resolva suas omissões em apenas 3 anos. Oposição irresponsável”, declarou.

De acordo com o governador, durante décadas no poder no Maranhão “o coronelismo maranhense jamais criou as condições para a nossa educação se desenvolver. E agora reclamam de pobreza. Basta ver que me entregaram IDEB de 2,8 e em queda. Um escândalo”, lembrou.

O comunista frisou que a oligarquia governava para poucos e privilegiava uma turma que somente se locupletava do poder. “Para os que têm sobrenome Sarney/Murad/Lobão. Sempre vetaram e perseguiram quem pensava diferente. Nunca usaram o poder federal em favor dos 99% da população que tanto precisam de políticas públicas”, disparou Flávio Dino.

Ainda segundo Dino o clã Sarney desmoraliza até os próprios veículos de comunicação do grupo para simplesmente atacá-lo. “Os ataques do império midiático do coronelismo se voltam até contra empresas associadas ao próprio grupo, no caso o site G1. Tudo porque o site reconheceu que estamos cumprindo fielmente nosso programa de governo, com índice de 92%, o maior do País”, observou.

Abaixo, a íntegra do desabafo do governador.

“Há 62 anos no poder, o senador Sarney descobriu agora que há pobreza no Maranhão. Foi deputado, governador, presidente da República, presidente do Senado por 3 vezes. E agora ele cobra que eu resolva suas omissões em apenas 3 anos. Oposição irresponsável.

Durante essas décadas no poder, o coronelismo maranhense jamais criou as condições para a nossa educação se desenvolver. E agora reclamam de pobreza. Basta ver que me entregaram IDEB de 2,8 e em queda. Um escândalo.

Sempre governaram para poucos. Para os que têm sobrenome Sarney/Murad/Lobão. Sempre vetaram e perseguiram quem pensava diferente. Nunca usaram o poder federal em favor dos 99% da população que tanto precisam de políticas públicas.

A maior política de combate à pobreza está na educação. Temos ações desde a educação infantil à pós-graduação. Já fizemos obras de manutenção, reforma ou construção em 700 Escolas. E atualmente temos um IDEB em crescimento. Basta comparar.

Os ataques do império midiático do coronelismo se voltam até contra empresas associadas ao próprio grupo, no caso o site G1. Tudo porque o site reconheceu que estamos cumprindo fielmente nosso programa de governo, com índice de 92%, o maior do País.

A nossa resposta para tanta injustiça e perseguição é a de sempre: muito trabalho para concluir essa etapa e a apresentação de um novo programa de governo para impulsionar ainda mais o Maranhão.”

Jornal Pequeno


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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O eterno poder de José Sarney...

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Cacique do Maranhão, José Sarney ontem e hoje

POR PAULO CELSO PEREIRA

Um dos últimos caciques políticos dignos dessa alcunha, o ex-presidente José Sarney viu nos últimos anos seu grupo político perder força. Em 2014, desistiu de disputar o quarto mandato ao Senado, diante da dificuldade da eleição que se avizinhava e, desde então, muitos de seus aliados bandearam-se para o lado do governador Flávio Dino (PCdoB), seu principal adversário hoje no Maranhão. Ainda assim, Sarney conseguiu preservar a percepção pública de que não deve ser contrariado.

Aos 87 anos, o ex-presidente consagrou-se como um dos maiores especialistas na arte de jogar parado na política. Em 2009 e 2011, foi escolhido para seus dois últimos mandatos de presidente do Senado, sempre negando até a véspera da disputa que fosse candidato. Três anos após deixar a Casa, Sarney segue podendo, sem usar de movimentos bruscos, escolher ministros — seu filho comanda a pasta do Meio Ambiente — e vetar indicados para a máquina federal, como se viu ontem com o desconvite ao deputado Pedro Fernandes, do PTB.

O alerta ao Planalto sobre a provável crise que se anunciaria com a nomeação de Pedro Fernandes para a Esplanada veio através da bancada de aliados do ex-presidente no Congresso. Das três vagas maranhenses do Senado, duas têm como titulares nomes com vínculos históricos com Sarney — Edison Lobão e João Alberto Souza. Na Câmara, mesmo após a debandada pró-Dino, um terço dos 18 deputados federais do estado ainda tem ligações com o ex-presidente.

Se não bastasse a celeuma com parte da bancada maranhense, Sarney ainda é visto como uma referência dentro do grupo que há quase duas décadas comanda o Senado — que tem como pilares o líder do Governo, Romero Jucá, e Renan Calheiros, ex-presidente da Casa por quatro mandatos.

John Cutrim


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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

PF de Sarney entra em ação

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Com menos de uma semana da posse do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, o oligarca José Sarney já usou sua influência para mobilizar operação da PF em São Luís.

De olho na eleição de 2018, um dos objetivos de Sarney com a ação da PF seria o de macular a imagem da gestão do comunista Flávio Dino (PCdoB), principal adversário da sua filha, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), na corrida eleitoral do próximo ano.

A indicação de Segóvia na troca da chefia da PF é controversa. De acordo com a jornalista Andrea Sadi, do G1, Sarney teria feito lobby junto ao presidente Michel Temer (PMDB) para Segóvia assumir o comando da instituição.

Segóvia é aliado antigo do grupo Sarney. Ele foi superintendente da PF no Maranhão durante o governo Roseana. Com aliados no comando geral da PF, Sarney pode articular mudanças nos rumos das investigações da Lava Jato.

A “Operação Pegadores”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16), é na verdade um desdobramento da Operação Sermão ao Peixes, que apura supostas fraudes no sistema estadual de saúde iniciadas em 2012.

Ficou de fora desta etapa da operação, o secretário de Saúde da época que é cunhado de Roseana, Ricardo Murad (PRP). Murad foi citado pela PF como líder da quadrilha criminosa que teria desviado cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde estadual.



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sábado, 5 de agosto de 2017

O voto que Sarney virou a favor de Temer

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Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
O deputado federal Aluisio Mendes (Pode-MA) estava convencido a votar contra o presidente Michel Temer na votação que poderia autorizar o STF a investigar o peemedebista, ocorrida na quarta-feira (2).

Mas Mendes mudou de ideia graças à intervenção do ex-presidente José Sarney. Mendes foi segurança pessoal de Sarney e secretário de Segurança no governo de Roseana Sarney no Maranhão.




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domingo, 16 de julho de 2017

Dino diz que Sarney age nas sombras contra o MA: “muita coisa esquisita está acontecendo”

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O governador Flávio Dino usou as redes sociais neste domingo (16) para criticar o ex-presidente e ex-senador José Sarney por sua obsessão em voltar ao poder no Maranhão. Para isso, o pai da ex-governadora Roseana vem, segundo Dino, “agindo nas sombras” contra o estado.

“O senador Sarney está obstinado em retomar o poder no Maranhão. Mas não é para servir ao povo. E sim pela saudade de privilégios e benesses. O senador Sarney comanda sabotagens e “pautas negativas” em seu império midiático, para ter de volta o Maranhão, do qual se considera dono, afirmou o governador maranhense.

De acordo com Flávio Dino, muita coisa esquisita está acontecendo no Maranhão devido a obsessão de Sarney em se locupletar e mandar no estado novamente.

Dino, ao final do seu desabafo contra os atos de perversidade rasteiros e subterrâneos de Sarney para prejudicar o Maranhão, fez um desafio ao oligarca: “Vamos comparar as políticas públicas do ciclo Sarney e as do nosso governo. Por exemplo, na educação ou na transparência administrativa”, provocou.

Em quase cinco séculos de desmando dos Sarneys no Maranhão, o estado alcançou os piores indicadores sociais. O grupo durante seu domínio opressivo e retrógrado deixou o estado como o mais atrasado e miserável da federação ocupando os últimos lugares em desenvolvimento.

John Cutrim


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domingo, 25 de junho de 2017

Temer e Sarney, os dois piores presidentes da história do Brasil

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Com pouco menos de um ano na Presidência da República, Michel Temer (PMDB) o faz lembrar seu colega de partido, o ex-presidente José Sarney, que também chegou ao poder pela via indireta, mas que perdeu totalmente o controle de seu governo e condições políticas de governar. Sarney entregou o País mergulhado em uma crise econômica profunda e com altos índices de rejeição.

De acordo com nova pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (24) pelo jornal Folha de São Paulo, o governo Michel Temer (PMDB) é considerado ótimo ou bom por apenas 7% da população, a menor marca registrada pelo Datafolha em 28 anos. Hoje a gestão de Temer é considerada ruim ou péssima por 69% do eleitorado e regular por 23%.

Somente Sarney, aliado de Temer, ficou abaixo desse patamar, com 5% em setembro de 1989, em meio à crise da hiperinflação. Na comparação, em setembro de 1989, Sarney chegou a 68% de ruim ou péssimo e 24% de regular. O novo levantamento do Datafolha, feito entre quarta-feira (21) e esta sexta-feira (23), com 2.771 entrevistados, mostra Temer com a avaliação em queda.

Em 1987, Sarney fez um governo medíocre, com inflação e sem crescimento. O Brasil conviveu com inflação alta, desemprego, dívida pública incontrolável, economia em crise. Em 1988, a inflação chegava perto de 1000% ao ano, corroendo a moeda e os salários. Em março de 1990 a inflação oscilava entre 3% e 4% ao dia. A população sofria com desemprego.

Sarney, o primeiro vice do PMDB a assumir, fez tudo errado. E Temer, pelo visto, caminha no mesmo sentido, conseguindo ser tão ruim quanto o político maranhense.

John Cutrim


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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Justiça condena Sarney a devolver dinheiro que recebeu acima do teto constitucional

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O ex-senador José Sarney (PMDB) recorre contra uma decisão na Justiça que o condenou a devolver os valores recebidos acima do teto constitucional entre 2005 e 2010. Ele recebia como ex-governador do Maranhão, ex-servidor do Judiciário e senador. O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal. Ele diz que tinha o direito de receber.

A informação é da revista Época.

Sarney aparece como um dos políticos que mais recebem com pensões. Ele acumula mais de R$ 30 mil mensais do Maranhão por ter sido governador na década de 1960. Sarney tem ainda direito a R$ 29.036,18 mensais da aposentadoria como senador, o que garante a ele um total mensal em valores brutos de R$ 59, 507,18 com as aposentadorias.


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quinta-feira, 23 de março de 2017

Lava Jato: Fachin autoriza interrogatório de Sarney

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O ministro Edson Fachin determinou que Polícia Federal dê cumprimento à determinação de interrogar o ex-presidente José Sarney, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado no âmbito de um dos inquéritos da Operação Lava Jato.

No despacho, de segunda-feira, 20, Fachin autorizou também que sejam recolhidos, junto a empresas de transporte aéreo de passageiros, todos os registros de passagens emitidas e utilizadas por Sérgio Machado entre 1.º/12/2015 e 20/5/2016. Fachin, no entanto, deixou em suspenso a autorização solicitada pela Procuradoria-Geral da República para a obtenção “de todos os registros de acesso às dependências do Tribunal em nome de Eduardo Antônio Lucho Ferrão (advogado) no ano de 2016 com todas as informações e arquivos relacionados”.

Segundo Janot, na descrição dos fatos ocorridos, “Renan Calheiros e José Sarney prometem a Sergio Machado que vão acionar o advogado Eduardo Ferrão e o ex-ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha para influenciar na decisão de Vossa Excelência (Teori Zavascki) sobre possível desmembramento do inquérito de Sérgio Machado”.

Fachin já havia autorizado esta medida, quando da abertura do inquérito, mas ela não foi cumprida diante de um impasse surgido no processo. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu que o ministro reconsiderasse a decisão argumentando que isto “invade a esfera de atuação profissional” e infringiria normas.

A PGR, em resposta ao pedido de impugnação feito pela OAB, solicitou a Fachin que rejeitasse o pedido da entidade e referendasse o prosseguimento das investigações. Fachin disse que, em momento posterior, irá deliberar sobre o impasse entre a OAB e a PGR referente à obtenção dos dados do advogado.

O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o senador Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney disse que se houve crime “este foi praticado pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, autor das gravações”.
José Sarney é citado 49 vezes na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. O delator diz ter direcionado propina de R$ 18,5 milhões a Sarney nos anos em que chefiou a estatal (2003-2014). Segundo Machado, Sarney recebeu R$ 16 milhões em dinheiro vivo proveniente da Transpetro. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, determinou abertura de inquérito para investigá-lo. Ao pedir autorização do STF para a instauração de inquérito destinado a apurar o crime de embaraço à Operação Lava Jato, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot se referiu ao grupo formado por Sarney como ‘quadrilha’ e ‘organização criminosa’.

Sarney está na lista de pedidos de abertura de inquérito apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, com base nas delações premiadas da Odebrecht. A lista de Janot foi encaminhada nesta terça-feira (21) ao gabinete do ministro do STF, Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte.

Do Estado de São Paulo


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quarta-feira, 22 de março de 2017

STJ mantém condenação e Jornal Pequeno terá que pagar R$ 40 mil a Sarney

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A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça manteve em R$ 40 mil o valor de indenização que o Jornal Pequeno terá que pagar ao ex-senador José Sarney (PMDB) por danos morais. Sarney está na lista de pedidos de abertura de inquérito apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, com base nas delações premiadas da Odebrecht. Sarney é também citado 49 vezes na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que diz ter direcionado propina de R$ 18,5 milhões a Sarney nos anos em que chefiou a estatal (2003-2014).

Em 2010, ao divulgar matérias sobre a atuação de Sarney como ex-presidente da República e ex-presidente do Senado Federal, o Jornal Pequeno retratou Sarney como “capacho da ditadura e dos militares golpistas”, “velho coronel” e outros adjetivos.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal manteve a sentença que havia fixado em R$ 10 mil o valor da reparação, considerando que houve divulgação ofensiva à reputação do ex-senador, capaz de abalar sua credibilidade e sua imagem pública. Em 2009, José Sarney declarou ser contra qualquer tipo de censura ao ser indagado a respeito da intimidação de meios de comunicação por meio de ações judiciais. Afirmou que ‘nunca’ processou nenhum jornalista, apesar de já haver processado dois do Jornal Pequeno: o fundador do jornal, José Ribamar Bogéa, falecido em 1996, e seu filho Lourival Marques Bogéa, diretor geral do JP. “Ninguém é mais tolerante do que eu, eu nunca processei jornalista”, disse Sarney em entrevista há oito anos. Acrescentou, ainda, preferir a imprensa sem o Estado que o Estado sem a imprensa.

No STJ, o ministro Luis Felipe Salomão, em decisão monocrática, aumentou a reparação para R$ 40 mil contra o Jornal Pequeno, por entender que o valor fixado nas instâncias ordinárias era irrisório. Segundo ele, a indenização deve evitar o enriquecimento sem causa da vítima da ofensa e fazer o réu deixar de praticar novos atos ilícitos.

O jornal recorreu do aumento alegando não ser possível o aumento do valor sem revolver fatos e provas. Além disso, afirmou que passa por dificuldades financeiras e que, por isso, deveria ser mantido o valor de R$ 10 mil fixado inicialmente.

O pedido foi negado pela 4ª Turma do STJ, que seguiu o voto do ministro Salomão. Considerando a capacidade financeira do jornal, “a qualidade da pessoa pública do ofendido e o fato de a reportagem ter sido veiculada na rede mundial de computadores”, os ministros mantiveram o valor da reparação em R$ 40 mil.

Conforme esclareceu Salomão, tal valor atende os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, “evitando o indesejado enriquecimento sem causa, sem, contudo, ignorar o caráter preventivo e pedagógico inerente ao instituto da responsabilidade civil”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

John Cutrim


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quinta-feira, 9 de março de 2017

Aluisio Mendes articula audiências com Laércio Arruda e outros prefeitos em Brasília; políticos encontram-se com José Sarney

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O deputado Aluisio Mendes intermediou audiências esta semana em Brasília para tratar de pleitos dos municípios de Lago da Pedra, Imperatriz e Formosa da Serra Negra na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e no Ministério do Meio Ambiente. O objetivo é assegurar recursos federais para investimentos em áreas prioritárias, como saneamento básico, abastecimento d’água e tratamento de resíduos sólidos.

Aluisio Mendes acompanhou os prefeitos de Formosa da Serra Negra, Janes Clei, e Lago da Pedra, Laércio Arruda, em audiência com o diretor de Saúde Pública da FUNASA, Leonardo Rodrigues. Eles reivindicaram do órgão a retomada de obras de saneamento básico nos dois municípios. “É grande a preocupação dos prefeitos em realizarem uma gestão que atenda às reais necessidades dos moradores de suas cidades. Como deputado e parceiro dos municípios maranhenses, cobro e acompanho nos órgãos federais o atendimento dessas demandas”, destacou o deputado.

“Na Funasa pleiteamos a perfuração de poços e a inclusão de Formosa da Serra Negra em um programa de construção de casas. E conseguimos, com o apoio do deputado Aluisio, tirar nosso município da inadimplência no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Nossa ida a Brasília foi, portanto, muito proveitosa”, avaliou o prefeito Janes Clei.

No Ministério do Meio Ambiente, em reunião com o ministro Sarney Filho, Aluisio Mendes, Laércio Arruda e o vice-prefeito de Imperatriz, Alex Rocha, reivindicaram recursos para a construção de aterros sanitários nesses dois municípios. “É necessário tornar efetiva a política nacional de tratamento e destinação dos resíduos sólidos, fundamental para a saúde da população dessas cidades”, defendeu Aluisio Mendes. Da reunião também participaram o secretário de Meio Ambiente de Lago da Pedra, Carlos Cruz, e o presidente da Juventude do PSDB no Maranhão, Samuel Jorge.


Os prefeitos Laércio Arruda e Janes Clei, ainda acompanharam Aluisio Mendes em uma visita ao ex-presidente José Sarney em Brasília. “Como uma das maiores lideranças do PMDB, Sarney é hoje um dos políticos mais influentes no governo Temer, e garantiu apoiar os pleitos dos municípios maranhenses na esfera federal. Foi uma conversa muito agradável e proveitosa, que trará benefícios para os maranhenses”, finalizou.

Blog do Jorge Aragão


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segunda-feira, 6 de março de 2017

Maranhão gasta R$ 4,38 milhões por ano com pensões de Roseana, Lobão, Cafeteira, Sarney

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Endividados e em crise financeira, os governos estaduais gastam pelo menos R$ 35,8 milhões por ano com o pagamento de pensões a ex-governadores e dependentes deles. O estado com a maior despesa é o Maranhão: R$ 4,38 milhões por ano, segundo levantamento do portal G1 divulgado nesta segunda-feira (6). O estado paga pensão vitalícia.

No Maranhão, o ex-senador José Sarney e sua filha, Roseana Sarney recebem uma aposentadoria vitalícia de R$ 24 mil por mês por terem sido governadores. A legislação do Maranhão, segundo a OAB do Estado, prevê aposentadoria de R$ 24 mil a quem ocupou o cargo por, no mínimo, seis meses. O ex-governadores Epitácio Cafeteira, José Reinaldo Tavares (hoje deputado federal) e Edison Lobão (senador) também recebem o mesmo valor, assim como as viúvas dos ex-governadores já falecidos. O gasto mensal é de R$365.653,32.

Roseana, que já foi senadora, soma esse valor aos R$ 23,8 mil que já recebe por ser aposentada do Senado Federal desde 2013.

Sarney recebe duas aposentadorias, como ex-governador do Maranhão e como servidor do Tribunal de Justiça. O jornal Folha de S.Paulo mostrou que as duas aposentadorias de Sarney somavam R$ 35.560,98.

Via John Cutrim


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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

PGR pede abertura de inquérito contra José Sarney, Jucá e Renan

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Em conversas gravadas por delator, peemedebistas discutem forma de conter a Lava Jata por meio acordo no STF



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira 6, a abertura de inquérito contra o ex-presidente e ex-senador José Sarney (PMDB-AP), e os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL), sob a acusação de embaraço às investigações na Operação Lava Jato.

As informações foram divulgadas no site da Procuradoria-Geral da República (PGR). Baixe apetição.



O pedido tem como base a delação premiada do ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, também alvo do mesmo pedido de inquérito dentro da Operação Lava Jato.

Na delação premiada, o ex-diretor da Transpetro explicou o conteúdo de cerca de seis horas de conversas gravadas com os outros envolvidos, que demonstram a motivação de estancar e impedir, o quanto antes, os avanços da Operação Lava Jato em relação a políticos, especialmente do PMDB, do PSDB e do próprio PT, por meio de acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) e da aprovação de mudanças legislativas.

Plano

Segundo o procurador-geral, o objetivo dos congressistas era construir uma ampla base de apoio político para conseguir, pelo menos, aprovar três medidas de alteração do ordenamento jurídico em favor da organização criminosa: a proibição de acordos de colaboração premiada com investigados ou réus presos; a proibição de execução provisória da sentença penal condenatória mesmo após rejeição dos recursos defensivos ordinários, o que redunda em reverter pela via legislativa o julgado do STF que consolidou esse entendimento; e a alteração do regramento dos acordos de leniência,  permitindo celebração de acordos independente de reconhecimento de crimes.

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